Sendo uma apaixonada por finanças e investimentos, e como alguém que já navegou por águas bem turbulentas no mercado, sei que a busca por rentabilidade e diversificação nunca foi tão intensa como agora.
Com a volatilidade dos mercados tradicionais, percebo cada vez mais amigos e seguidores a olharem para os investimentos alternativos como uma luz ao fim do túnel.
É fascinante ver como ativos que antes eram restritos a grandes instituições, como private equity, criptomoedas ou até mesmo arte e vinho, estão a tornar-se mais acessíveis, especialmente para as gerações mais jovens.
Em Portugal, a conversa sobre investimentos alternativos está a aquecer, e com razão! Afinal, quem não quer “turbinar” a carteira e proteger-se contra a inflação, não é mesmo?
O mercado está em constante transformação, e em 2025, a tendência é que esses investimentos cresçam exponencialmente, atraindo quem busca retornos mais robustos e a tão sonhada diversificação.
Eu, pessoalmente, acredito que a chave para o sucesso aqui é ter clareza e uma estratégia bem definida. A grande questão, no entanto, é: como estabelecemos metas de lucro realistas e ambiciosas para esses portfólios alternativos?
Muitas vezes, focamos apenas no “onde investir”, mas esquecemos o “quanto queremos e precisamos ganhar”. Sem um objetivo claro, corremos o risco de investir sem rumo, como um barco à deriva sem bússola.
É crucial alinhar as nossas expectativas com o potencial e os riscos desses ativos, que, como bem sabemos, podem ser mais complexos e ter menor liquidez do que os investimentos tradicionais.
Ninguém quer nadar, nadar e morrer na praia, certo? É por isso que definir o objetivo de rentabilidade é mais do que um detalhe; é o alicerce da nossa estratégia.
Afinal, cada cêntimo investido precisa ter um propósito claro para realmente construir o património dos nossos sonhos. Abaixo, vamos desvendar juntos como configurar essas metas de lucro de forma inteligente e eficaz, transformando os investimentos alternativos em verdadeiros catalisadores para o seu futuro financeiro.
Vamos descobrir os segredos para uma carteira robusta!Sendo uma apaixonada por finanças e investimentos, e como alguém que já navegou por águas bem turbulentas no mercado, sei que a busca por rentabilidade e diversificação nunca foi tão intensa como agora.
Com a volatilidade dos mercados tradicionais, percebo cada vez mais amigos e seguidores a olharem para os investimentos alternativos como uma luz ao fim do túnel.
É fascinante ver como ativos que antes eram restritos a grandes instituições, como private equity, criptomoedas ou até mesmo arte e vinho, estão a tornar-se mais acessíveis, especialmente para as gerações mais jovens.
Em Portugal, a conversa sobre investimentos alternativos está a aquecer, e com razão! Afinal, quem não quer “turbinar” a carteira e proteger-se contra a inflação, não é mesmo?
O mercado está em constante transformação, e em 2025, a tendência é que esses investimentos cresçam exponencialmente, atraindo quem busca retornos mais robustos e a tão sonhada diversificação.
Eu, pessoalmente, acredito que a chave para o sucesso aqui é ter clareza e uma estratégia bem definida. A grande questão, no entanto, é: como estabelecemos metas de lucro realistas e ambiciosas para esses portfólios alternativos?
Muitas vezes, focamos apenas no “onde investir”, mas esquecemos o “quanto queremos e precisamos ganhar”. Sem um objetivo claro, corremos o risco de investir sem rumo, como um barco à deriva sem bússola.
É crucial alinhar as nossas expectativas com o potencial e os riscos desses ativos, que, como bem sabemos, podem ser mais complexos e ter menor liquidez do que os investimentos tradicionais.
Ninguém quer nadar, nadar e morrer na praia, certo? É por isso que definir o objetivo de rentabilidade é mais do que um detalhe; é o alicerce da nossa estratégia.
Afinal, cada cêntimo investido precisa ter um propósito claro para realmente construir o património dos nossos sonhos. Abaixo, vamos desvendar juntos como configurar essas metas de lucro de forma inteligente e eficaz, transformando os investimentos alternativos em verdadeiros catalisadores para o seu futuro financeiro.
Vamos descobrir os segredos para uma carteira robusta!
Olá a todos os apaixonados por finanças e investimentos! Que bom ter-vos por aqui de novo, prontos para desvendar mais um pedacinho deste universo que tanto nos fascina.
Como sabem, adoro partilhar convosco as minhas experiências e os “truques” que me têm ajudado a navegar por este mar, por vezes, turbulento. Hoje, vamos mergulhar fundo nos investimentos alternativos, mas não só para falar de onde colocar o vosso dinheiro.
O foco principal é algo que, na minha opinião, é ainda mais crucial: definir as nossas metas de lucro de forma realista e ambiciosa. Afinal, de que nos serve investir sem saber onde queremos chegar, não é?
Vamos a isso!
Desvendando o Universo dos Investimentos Alternativos e Seus Riscos

O Que São Realmente os Investimentos Alternativos?
Meus caros, se antes a conversa se limitava a ações e obrigações, hoje o cenário é muito mais rico e, confesso, mais desafiante! Os investimentos alternativos são tudo aquilo que foge ao tradicional, sabe?
Estamos a falar de ativos que, por natureza, têm uma correlação mais baixa com os mercados clássicos, o que é uma bênção para quem busca diversificação.
Entram aqui o private equity, que são participações em empresas não cotadas em bolsa com um enorme potencial de crescimento. Temos também o venture capital, que é um tipo de private equity focado em startups promissoras.
As criptomoedas, claro, são um tema incontornável nos dias de hoje, com a sua volatilidade e oportunidades únicas. E não podemos esquecer ativos reais como imóveis, infraestruturas, ou até mesmo colecionáveis como arte, vinhos raros e selos.
Em Portugal, por exemplo, o interesse nestes mercados tem crescido exponencialmente, impulsionado pela busca de retornos mais robustos e proteção contra a inflação, especialmente em 2025.
É como se abríssemos uma caixa de pandora de oportunidades que antes estavam restritas a grandes instituições.
Avaliando os Riscos Únicos de Cada Ativo
Agora, calma lá! Não é tudo um mar de rosas. Com grandes oportunidades vêm grandes responsabilidades, e os investimentos alternativos não fogem à regra.
A verdade é que muitos destes ativos apresentam características que podem ser desafiadoras. A liquidez é, sem dúvida, uma das maiores diferenças em relação aos investimentos tradicionais.
Não é como vender uma ação na bolsa a qualquer momento. Um imóvel ou uma participação em private equity podem levar tempo a ser convertidos em dinheiro.
Há também o risco de crédito, ou seja, a possibilidade de incumprimento por parte da entidade em que se investe. E, claro, a volatilidade, especialmente em ativos como as criptomoedas, pode ser de tirar o fôlego.
Na minha experiência, o segredo é não se deixar levar apenas pelo potencial de retorno. É fundamental fazer uma análise aprofundada, entender cada detalhe e, acima de tudo, estar ciente de que a rentabilidade histórica não é garantia de retornos futuros.
Cada investimento tem a sua própria “personalidade” e devemos conhecê-la bem antes de nos comprometermos.
O Primeiro Passo: Definir o Seu Perfil de Investidor e Objetivos Claros
Conhecendo o Seu DNA Financeiro: Tolerância ao Risco e Horizonte de Tempo
Antes de sequer pensar em onde investir, seja em alternativos ou tradicionais, a primeira coisa que eu sempre digo aos meus amigos e seguidores é: “Conheçam-se a vocês mesmos!”.
Parece papo de autoajuda, mas no mundo das finanças, é a mais pura verdade. Qual é a vossa tolerância ao risco? Dormem tranquilos se o vosso investimento oscilar 10% num dia?
Ou preferem a segurança, mesmo que o retorno seja mais modesto? Em Portugal, como em qualquer outro lugar, as instituições financeiras oferecem questionários de “suitability” que são super importantes para nos ajudar a identificar o nosso perfil: conservador, moderado ou dinâmico.
Eu, por exemplo, sou mais para o dinâmico, mas já tive fases de ser mais cautelosa. O horizonte de tempo também é crucial: precisam do dinheiro para daqui a um ano ou podem esperar 10 ou 20?
Investimentos alternativos, muitas vezes, exigem um horizonte de longo prazo para amadurecerem e entregarem os seus melhores retornos. Sem esta base sólida, qualquer estratégia será como construir um castelo na areia.
Transformando Sonhos em Números: Metas SMART para a Sua Carteira
Depois de nos conhecermos bem, é hora de dar forma aos nossos sonhos financeiros. E não basta sonhar! Precisamos de transformar esses sonhos em metas concretas, mensuráveis, atingíveis, relevantes e com um prazo definido – as famosas metas SMART.
Em vez de dizer “quero ficar rico”, que tal “quero ter um retorno médio anual de 12% nos meus investimentos alternativos nos próximos 5 anos para dar entrada numa casa”?
Esta clareza faz toda a diferença! Já vi muita gente a investir sem um objetivo claro, e o resultado é quase sempre desilusão. Não sabem quando é hora de vender, não sabem se estão no caminho certo, e ficam à deriva.
Ao definir as vossas metas, pensem no “porquê”. Qual é o propósito desse dinheiro? É para a reforma?
É para a educação dos filhos? É para um novo negócio? Ter essa motivação bem presente ajuda-nos a manter o foco, mesmo nos momentos mais desafiantes do mercado.
E lembrem-se, as metas podem e devem ser ajustadas conforme a vida muda, mas ter um ponto de partida é essencial.
A Magia da Diversificação: Não Colocar Todos os Ovos na Mesma Cesta
Para Além do Tradicional: Como os Alternativos Se Encaixam
Se há uma lição que aprendi nos meus anos de investidora, é que a diversificação é a nossa melhor amiga. E não estou a falar apenas de ter umas ações e umas obrigações.
Isso é o básico do básico! Para realmente proteger e “turbinar” a nossa carteira, precisamos de ir além, e é aí que os investimentos alternativos brilham.
Eles têm o superpoder de não se moverem em uníssono com os mercados tradicionais, o que significa que, se as ações estiverem a cair, talvez os vossos investimentos em arte ou em infraestruturas estejam a valorizar-se.
Pessoalmente, acho fascinante como um fundo de investimento em vinho, por exemplo, pode trazer uma nova dinâmica à carteira, descorrelacionada de muitos outros ativos.
É uma forma inteligente de diluir o risco e aumentar o potencial de retorno global, especialmente num mercado global cada vez mais interligado e, por vezes, imprevisível.
O Equilíbrio Perfeito: Construindo uma Carteira Resiliente
Construir uma carteira diversificada com investimentos alternativos não é simplesmente atirar dinheiro para vários lados. É uma arte e uma ciência! O objetivo é encontrar um equilíbrio que se adeque ao nosso perfil de risco e aos nossos objetivos de longo prazo.
Por exemplo, um investidor mais conservador pode alocar uma pequena percentagem em private equity de empresas estabelecidas, enquanto um mais arrojado pode apostar em venture capital ou criptomoedas.
É crucial considerar a alocação de ativos, misturando classes que se complementam, como ter uma parte em ativos mais líquidos e outra em ativos menos líquidos, mas com maior potencial de retorno.
Já usei muito a estratégia de misturar investimentos em infraestruturas com outros mais voláteis, e percebi que a resiliência da carteira aumenta significativamente.
Em 2025, com as tendências de mercado que se avizinham, a diversificação estratégica será ainda mais vital para navegarmos com confiança e alcançarmos a tão desejada estabilidade financeira e o crescimento patrimonial.
Metas de Lucro: Realidade vs. Ambição nos Alternativos
Expectativas Realistas: O Que Esperar de Cada Tipo de Ativo
Ah, as metas de lucro! Este é um tópico que gera muita expectativa e, por vezes, alguma frustração se não for abordado com realismo. Nos investimentos alternativos, o potencial de retorno pode ser, sim, superior ao dos tradicionais, mas é fundamental temperar a ambição com a realidade.
Não podemos esperar os mesmos retornos de um imóvel bem localizado, que tende a ter uma valorização mais estável e consistente, de uma aposta numa startup de tecnologia, que pode multiplicar o capital por várias vezes ou ir a zero.
Cada tipo de ativo alternativo tem o seu próprio comportamento e os seus próprios ciclos. Por exemplo, private equity e venture capital visam retornos substanciais no longo prazo, geralmente acima dos mercados públicos, mas com um risco de perda total maior.
Criptomoedas, por outro lado, podem ter picos e quedas vertiginosas, exigindo uma tolerância ao risco muito elevada. Eu, pessoalmente, procuro sempre equilibrar o meu portfólio com uma mistura que me permita um crescimento sólido, mas com uma dose de ativos mais arrojados para “dar aquele toque” de ambição.
É uma dança delicada entre o que é possível e o que desejamos.
A Armadilha do “Retorno Rápido”: Paciência e Persistência

Um dos maiores perigos para qualquer investidor, e especialmente para quem se aventura nos alternativos, é cair na armadilha do “retorno rápido”. A internet está cheia de promessas de lucros exorbitantes em pouco tempo, e a tentação é grande.
No entanto, a verdade é que, na maioria dos casos, investimentos alternativos de qualidade exigem paciência. Pensemos no private equity: uma empresa precisa de tempo para crescer, expandir-se, e só depois a participação pode ser vendida com lucro.
O mesmo para um fundo imobiliário ou para uma obra de arte. A valorização real acontece com o tempo. Já cometi o erro de me deixar levar pela emoção de uma promessa de alto retorno e, acreditem, a experiência ensina que a pressa é inimiga da boa gestão de carteira.
A persistência em seguir a nossa estratégia, mesmo quando os mercados balançam, e a paciência para esperar os frutos do nosso investimento são as maiores virtudes.
Evitem os “gurus” que prometem fortunas da noite para o dia e concentrem-se na pesquisa e numa estratégia bem fundamentada.
| Tipo de Investimento Alternativo | Potencial de Retorno (Exemplificativo) | Horizonte Temporal Típico | Considerações de Risco e Liquidez |
|---|---|---|---|
| Private Equity / Venture Capital | Alto (15-25% anualizado ou mais) | Longo (5-10 anos ou mais) | Risco elevado, baixa liquidez, alta complexidade |
| Fundos Imobiliários (FIIs) | Médio a Alto (6-12% anualizado + dividendos) | Médio a Longo (3-7 anos ou mais) | Risco moderado, liquidez variável, dependente do setor |
| Criptomoedas | Muito Alto / Extremamente Volátil | Curto a Longo (Dias a anos) | Risco muito elevado, alta volatilidade, liquidez alta mas com grandes oscilações de preço |
| Arte e Colecionáveis | Médio a Alto (depende da peça e mercado) | Médio a Longo (5-15 anos ou mais) | Risco moderado a alto, liquidez muito baixa, custos de manutenção |
Ferramentas e Estratégias para Otimizar os Seus Ganhos
Análise Aprofundada: Como Escolher os Melhores Ativos
Para otimizar os ganhos nos investimentos alternativos, não há milagres, mas sim muita pesquisa e uma análise aprofundada. Não podemos simplesmente investir porque “ouviram dizer” que é bom.
É preciso mergulhar nos detalhes, estudar o mercado, entender os fundamentos de cada ativo. Por exemplo, no caso do private equity, é fundamental analisar a equipa de gestão da empresa, o seu modelo de negócio, o mercado em que atua e o potencial de saída.
Em imóveis, a localização, a qualidade do ativo e o potencial de rendimento são cruciais. E para criptomoedas, embora voláteis, existem indicadores técnicos e fundamentais que podem ajudar a tomar decisões mais informadas.
Já utilizei diversas ferramentas de análise, desde plataformas de dados de mercado a relatórios de consultoria especializados. É um trabalho contínuo, quase de “detetive”, mas que vale muito a pena.
Não se deixem enganar pelas modas; o que realmente importa é a solidez e o potencial de crescimento a longo prazo, alinhado aos vossos objetivos.
Reinvestimento Inteligente: A Chave para o Crescimento Exponencial
Aqui está um “segredo” que, de tão óbvio, às vezes é esquecido: o poder do reinvestimento. Os juros compostos são uma força incrível no universo financeiro, e aplicá-los aos investimentos alternativos pode acelerar exponencialmente o vosso crescimento patrimonial.
Se um fundo de private equity ou um imóvel gerarem retornos, em vez de resgatar o lucro, considerem reinvesti-lo. Isto não só aumenta a base do vosso capital, como também magnifica os ganhos futuros.
Claro, é importante ter um plano para quando e como colher os lucros, mas enquanto o objetivo principal for o crescimento, o reinvestimento é a vossa melhor aposta.
Pessoalmente, tenho uma parte da minha carteira de alternativos com um foco claro no reinvestimento, e os resultados ao longo dos anos são impressionantes.
É como ver uma pequena semente transformar-se numa árvore robusta e frondosa. Não subestimem este “truque” simples, mas poderoso.
Monitorização e Ajustes: A Receita para o Sucesso a Longo Prazo
O Olho do Dono Engorda o Gado: Acompanhando o Desempenho
Uma vez que a carteira de investimentos alternativos está montada, o trabalho não termina. Muito pelo contrário! A monitorização é tão ou mais importante do que a escolha inicial dos ativos.
É como cuidar de um jardim: precisamos de regar, adubar e podar para que as plantas cresçam saudáveis. No caso dos investimentos, isso significa acompanhar regularmente o desempenho de cada ativo, verificar se as condições de mercado mudaram, e reavaliar se a vossa estratégia ainda faz sentido.
Já tive situações em que um investimento que parecia promissor começou a dar sinais de que as coisas não corriam tão bem, e a monitorização atenta permitiu-me agir a tempo, minimizando perdas.
Existem ferramentas e aplicações que nos ajudam a ter uma visão clara da nossa carteira, facilitando este acompanhamento diário ou semanal. Não sejam investidores passivos; sejam investidores ativos e informados.
Flexibilidade é Tudo: Adaptando a Estratégia às Mudanças de Mercado
O mercado financeiro é dinâmico e está em constante evolução. O que funcionava perfeitamente há um ano pode não ser a melhor estratégia hoje, ainda mais com um ano como 2025 que se prevê de alguma volatilidade e incerteza global.
Por isso, a flexibilidade é um trunfo inestimável. Estar aberto a ajustar a vossa estratégia de investimento alternativo, seja alterando a alocação de ativos, vendendo um ativo que já não se alinha aos vossos objetivos, ou explorando novas oportunidades que surjam, é crucial.
Já vivi momentos de grande turbulência, e a capacidade de adaptar-me rapidamente foi o que me salvou de perdas maiores. Não se agarrem a uma estratégia como se fosse uma verdade imutável.
Mantenham-se informados sobre as tendências do mercado, as mudanças económicas e geopolíticas, e estejam prontos para fazer os ajustes necessários. Lembrem-se, o objetivo final é proteger e fazer crescer o vosso património, e para isso, por vezes, é preciso mudar de rota.
Desafios e Armadilhas Comuns a Evitar
A Ilusão da Liquidez: Entendendo as Restrições
Já falámos um pouco sobre isso, mas é uma armadilha tão comum que merece ser reforçada: a ilusão da liquidez. Muitos investimentos alternativos, por sua própria natureza, são ilíquidos.
Isto significa que não é fácil ou rápido vendê-los sem uma perda significativa. Private equity, certos tipos de imóveis, e colecionáveis podem exigir anos até que haja uma oportunidade de saída lucrativa.
O erro é investir uma parcela muito grande do capital em ativos ilíquidos sem ter uma reserva de emergência robusta ou outros investimentos mais líquidos para cobrir as necessidades do dia a dia.
Já vi pessoas em apuros por precisarem do dinheiro e não conseguirem resgatar os seus investimentos alternativos a um preço justo. A minha recomendação é sempre ter uma base sólida de ativos líquidos antes de se aventurarem em maiores proporções nos alternativos.
Pensem bem: conseguem estar confortáveis sem esse dinheiro por vários anos? Se a resposta for não, talvez seja melhor rever a vossa alocação.
O Cuidado com os “Gurus”: Busque Sempre Informação Fiável
Neste mundo digital, em que a informação flui a uma velocidade estonteante, uma das maiores armadilhas são os “gurus” de investimento. Aqueles que prometem retornos garantidos, “fórmulas secretas” para enriquecer rápido, ou que desvalorizam completamente os riscos.
Acreditem, já recebi inúmeras mensagens e e-mails com propostas mirabolantes. A verdade é que não existem atalhos no investimento. O sucesso exige estudo, paciência, disciplina e uma boa dose de bom senso.
Em Portugal, a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) tem um papel crucial na regulação e supervisão, e devemos sempre procurar informações de fontes fiáveis e reguladas.
Consultar profissionais credenciados, ler livros de finanças, acompanhar blogs e sites sérios como este (modéstia à parte!) são passos essenciais para construir um conhecimento sólido e evitar cair em esquemas fraudulentos.
A educação financeira é a nossa melhor defesa contra os “caça-níqueis” do mercado. Fiquem atentos e sejam sempre críticos!
Perguntas Frequentes (FAQ) 📖
P: Afinal, o que são estes “investimentos alternativos” de que tanto se fala e por que é que um português comum deveria considerá-los?
R: Olha, essa é uma pergunta que recebo imenso! Basicamente, os investimentos alternativos são tudo o que foge ao “tradicional” – ou seja, ações e obrigações, que já conhecemos bem.
Estamos a falar de um universo mais vasto e, muitas vezes, mais “fora da caixa”. Pensem em coisas como fundos de private equity, onde se investe diretamente em empresas não cotadas em bolsa, ou até mesmo em imobiliário de uma forma mais flexível, como o crowdlending imobiliário, que tem crescido bastante em Portugal e permite participar com valores mais pequenos.
Há também as criptomoedas, que são um mundo à parte e, para os mais audazes, colecionáveis como arte, vinhos raros ou selos. A grande “magia” destes investimentos, e por que eu os considero tão interessantes para nós aqui em Portugal, é a capacidade de diversificar a carteira.
Num mundo onde os mercados tradicionais andam numa montanha-russa, ter algo que não esteja 100% correlacionado com eles pode ser uma verdadeira tábua de salvação.
Eu mesma já senti na pele a importância de não colocar todos os ovos no mesmo cesto! Além disso, muitos destes ativos oferecem um potencial de retorno que pode ser bem mais robusto do que os investimentos mais comuns, ajudando-nos a combater a inflação e a fazer o nosso dinheiro crescer de verdade.
Em 2025, a tendência é que se tornem ainda mais acessíveis, até para quem está a começar, graças às novas plataformas online.
P: Como posso definir metas de lucro que sejam realistas, mas também ambiciosas, para os meus investimentos alternativos, tendo em conta a sua complexidade?
R: Esta é a essência de tudo, não é? Como eu costumo dizer, investir sem um objetivo claro é como um barco à deriva. Com investimentos alternativos, isto é ainda mais verdade porque, como bem notas, são mais complexos!
Primeiro, precisamos de ser brutally honestos connosco próprios: qual é a nossa tolerância ao risco? Não vale a pena sonhar com retornos estratosféricos se a cada oscilação vamos entrar em pânico.
Eu já cometi esse erro no passado e aprendi que o stress não compensa o potencial ganho se não dormimos à noite! Depois, pesquisa, pesquisa e mais pesquisa.
Cada tipo de investimento alternativo tem o seu próprio perfil de risco e retorno histórico. Por exemplo, o imobiliário pode ser mais estável, mas com menor liquidez, enquanto as criptomoedas podem ter altos retornos, mas com volatilidade extrema.
A chave é alinhar os teus objetivos de lucro com o potencial real do ativo e o prazo que tens em mente. Não pensem só no curto prazo; estes investimentos, muitas vezes, brilham a longo prazo.
Uma dica de ouro que me ajudou imenso é definir objetivos SMART: Específicos, Mensuráveis, Alcançáveis, Relevantes e com Prazo definido. Por exemplo, em vez de “quero ganhar muito dinheiro”, que tal “quero um retorno anual de X% nos meus fundos de private equity nos próximos 5 anos para dar entrada numa casa”?
E lembra-te de que estes investimentos podem ter custos mais altos e menor liquidez, o que deve ser considerado nas tuas metas. O mais importante é que as tuas metas sejam um reflexo do teu perfil e dos teus sonhos, e não apenas números soltos.
P: Quais são os maiores desafios ou riscos a considerar quando se investe em alternativas, e como posso proteger o meu capital?
R: Ah, os riscos! Não há almoços grátis no mundo dos investimentos, e nos alternativos, onde o potencial de retorno é maior, os riscos também tendem a ser.
O desafio número um que eu aponto, pela minha experiência, é a falta de liquidez. Muitos destes ativos não são tão fáceis de vender rapidamente como uma ação em bolsa.
Se precisares do dinheiro de um dia para o outro, podes ter problemas ou ser forçado a vender com perdas. Já passei por isso e não é nada agradável! Outro ponto crucial é a complexidade e a falta de regulação em algumas áreas.
Em Portugal, a educação financeira é cada vez mais importante, porque temos de entender bem onde estamos a colocar o nosso dinheiro. Há mais “letras miúdas” para ler e entender.
Além disso, as taxas e custos podem ser mais elevados do que nos investimentos tradicionais. Para proteger o teu capital, a palavra de ordem é diversificação.
Eu não me canso de repetir: distribui os teus investimentos por diferentes tipos de ativos alternativos, mas também mantém uma parte em investimentos mais tradicionais e líquidos.
Diversifica por setores, por geografias. Não te limites só a Portugal, explora oportunidades globais! E, por favor, nunca invistas em algo que não compreendes!
O risco, como dizia o Warren Buffett, “vem de não saberes o que estás a fazer”. Se não entendes como um ativo funciona, quais são os seus riscos intrínsecos e o seu potencial, afasta-te.
Começa com pequenas quantias, experimenta plataformas reguladas e vai aprendendo no caminho. A Raize, por exemplo, é uma plataforma portuguesa de crowdlending que permite investir em pequenas e médias empresas a partir de 20 euros, oferecendo uma forma de diversificação para quem procura alternativas.
O conhecimento é a tua maior proteção, e eu estou aqui para te ajudar a construir essa base sólida!






